Sananda - Ouçam com Atenção

Atualizado: 26 de jun.

05/11/2021

Queridos filhos e filhas do planeta Terra! SOU SANANDA!


Mais uma vez eu vou falar a mesma coisa: É com muita gratidão que aqui estou; é com muita gratidão que tenho a chance de poder orientá-los neste momento tão importante da caminhada de suas almas. A observação, a contemplação, a análise, é inerente a cada um de nós. Não somos seres que planejam, escrevem num papel as ordens e passam para outros cumprirem ou não, e simplesmente relaxamos, vamos falar amenidades enquanto outros trabalham. Não somos assim. Tudo o que fazemos, tudo o que orientamos, tudo que planejamos, fazemos junto. Não delegamos para ninguém.


Todos somos um só. Não há trabalho em que um faça e outro fique apenas olhando. É claro que cada um tem a sua atribuição, mas todos trabalham naquele momento no aqui e no agora por um único objetivo. E todos têm voz. Todos observam. Todos analisam. Então não existe separação. Tudo o que fazemos é observado por todos. Então caso algo que planejemos não saia muito bem, é perfeitamente inerente ao processo que aquilo seja colocado: “Olha! Reveja porque não está indo bem.”. E não há ego, não há nenhum tipo de carinha amarrada porque alguém criticou ou simplesmente percebeu que não estava dando certo.


Aí muitos de vocês poderão pensar: “Mas como assim vocês fazerem algo que não dê certo?”. Então eu vou explicar. A nossa forma de pensar é totalmente voltada para a evolução, para a melhora, para o equilíbrio de cada alma envolvida no processo. Agora existe o outro lado. O lado que vive a dualidade, que deixa o ego falar, que tem as próprias escolhas e quem entende o que dizemos da forma que quiser. Então quando falamos que algo que planejamos não deu muito certo, não é porque nós fizemos errado, e não, não existe ego da nossa parte em dizer que não erramos; mas preciso dizer a vocês que não erramos. Porque tudo o que fazemos antes de ser aplicado e dito é perfeitamente testado e retestado muitas vezes.


Só que o fator consciência de cada um de vocês interfere no resultado. Se não fosse assim o planeta já estava ascendido e quem deveria estar na Quinta já estaria, porque vocês seriam marionetes fazendo exatamente o que nós disséssemos. Mas vocês não são assim e nem queremos que sejam. Vocês têm o direito da escolha, vocês têm o direito de não aceitar, vocês têm o direito de duvidar, vocês têm o direito de contestar, e para nós está tudo certo. Gostamos quando vocês questionam, gostamos quando vocês criticam, gostamos quando vocês não aceitam.


Cada ponto de desequilíbrio se vocês geram quando algo é passado, aquilo nos faz melhorar o processo. Mas aí já vou ouvir muitos pensando: “Mas espera aí, vocês não testaram tudo?” Sim nós testamos dentro da nossa óptica, nós testamos dentro de um cenário ideal. É claro que a energia macro gerada por vocês no processo nós conseguimos ver, mas aqueles pequenos detalhes eles são melhorados a cada dia, porque precisamos também adequar o processo às mentes de vocês.


Uma outra coisa que é importante vocês gostam de doces. Aí vocês passam por uma loja, acham um doce apetitoso e o consomem. Ai alguns dias depois, outra loja, outro doce e vocês o consomem também. E assim acontece de vez em quando. Isto causa desequilíbrio? Eu diria que não por que você fez uma ação que lhe agradou naquele momento mas não fez dela uma tábua de salvação, não fez dela um prêmio para você; você apenas teve vontade e consumiu aquele doce.


Então vamos outro exemplo: a mesma coisa vocês passam por uma loja veem o doce apetitoso e o consomem. E aí mais à frente outra loja, outro doce. “Hum! Eu mereço comer mais um pedaço”, e come. No dia seguinte repete a mesma coisa, e com o acréscimo de que viu outra loja e consumiu outro doce. E assim você repete todos os dias. Um dia come um a mais, um dia come um a menos. Aí eu lhe pergunto: qual o sabor de cada doce? Você não lembrará mais, porque você consumiu tantos que não foi por prazer, você não teve prazer naquele consumo. Você consumiu por consumir, por hábito, por prêmio, por achar que merecia e nenhum deles mais lhe traz o sabor real do que você comeu. Já aquele que comeu espaçadamente, se lembrará exatamente do gosto do doce que comeu a cada vez, porque deu importância, porque parou para saborear aquilo ali naquele momento.


Então eu vou pegar estes exemplos e vou trazer para a vida real de vocês. Como vocês são? Vocês hoje estão ávidos pela Quinta Dimensão, e a grande maioria não confia em si mesmo. Então eu vou dizer para vocês o seguinte: Aquele que apenas se mantém equilibrado, que não julga, não critica, não aponta o dedo, age com puro amor, com gratidão, se alimenta ao máximo dentro do equilíbrio, mas não faz nada além disso; ora, faz as suas meditações nada além. Este não terá direito à Quinta Dimensão?


Então vamos outro exemplo. Vocês fazem tudo isso que eu falei mas acrescendo à isso vocês fazem vários procedimentos ao mesmo tempo, para garantir que vão chegar lá na Quinta Dimensão. Qual dos dois terá mais chance de chegar lá? Eu diria que ambos chegarão. Sim ambos chegarão, mas o primeiro confiou intrinsicamente em si mesmo, nas suas crenças, na crença em si próprio de que: “Chegarei lá. Não preciso fazer nada além do que já faço. Eu chegarei lá!”. Perfeito. Ele confiou em quem? Nele mesmo.


Então eu digo para vocês que fazem 1, 2, 3, 4, 5, 6, “n” coisas ao mesmo tempo para garantirem a chegada lá na Quinta, eu vou dizer para vocês que vocês estão num lamaçal escorregadio; vocês estão andando e caindo, andando e escorregando, andando e caindo, e não saem do lugar. Por quê? Porque não confiam em vocês mesmos. Vocês estão passando a confiança para o que estão fazendo, não em vocês.