Sananda - Os Bens Materiais

Atualizado: 25 de jun.

Queridos filhos e filhas do planeta Terra! SOU SANANDA!


Mais uma vez, mais uma vez e mais uma vez, eu sou grato por estar aqui hoje. Hoje vou trazer um assunto, não diria que seja um assunto chato, mas é um assunto que vocês não gostam muito de pensar a respeito: seus bens materiais. Todo este planeta foi dividido. Alguém em algum momento resolveu fincar o pé em algum lugar; ali determinou que aquele espaço seria seu. Algum dia alguém chegou, achou interessante, e resolveu também fincar o pé naquele mesmo lugar. E assim pouco a pouco, as suas cidades foram sendo criadas. Cada um tomando posse daquilo que se achava merecedor, de acordo com a sua importância; de acordo com os seus bens, com as suas posses.


E desta forma, vocês durante muito tempo, foram dividindo o planeta. Demarcaram fronteiras, ou seja, limitaram suas posses e essa limitação vale para você como indivíduo, para o seu bairro, para a sua cidade, o seu estado, o seu país. Então percebam quantas pequenas fronteiras foram criadas. E aí, eu faço uma pergunta: Para quê? Eu até compreendo que para um país imenso, é interessante que haja divisões, para que vocês consigam se locomover adequadamente. Concordo. Mas não seria necessário que houvesse fronteiras. Vocês poderiam demarcar cada espaço, dar um nome a cada pequeno povoado. Mas, para que as fronteiras? Para simplesmente fazer valer a posse. Que foi tomada de quem? Quem deu a vocês as posses?


Ao que eu saiba, Gaia não assinou papel nenhum vendendo nada para vocês. Para que vocês abram a boca e digam que são donos daquele pedaço de Terra. Até onde sei, Gaia não fez isso. Então quem? Quem lhes deu a posse? Ou vamos colocar de uma outra forma. Você se deu a posse; você que digo, aquele que primeiro chegou àquele local e começou a criar tudo, em nome de si mesmo. Então, é como se aquele primeiro tivesse criado uma grande cidade e tudo ali dentro seria dele. E aí, ele foi enriquecendo, ganhando em cima de terras que não lhe pertenciam.


Então, eu gostaria de fazer vocês pensarem a respeito. O pedaço de Terra sobre o qual vocês vivem, segundo vocês entendem é de vocês; o imóvel construído ali é de vocês. Mas eu lhes pergunto: Quem lhes deu a posse deste local? Quem? E não me respondam ironicamente que vocês compraram de alguém. Sim, vocês compraram, de alguém que comprou de outro, que comprou de outro, de alguém que usurpou o solo de Gaia, assumindo para si que aquele solo era dele. Então, a quem pertence? Vocês vêm se enganando há muito tempo, achando que tudo que têm é de vocês.


Então, eu lhes digo: Vocês não têm nada. Nada é de ninguém, porque o solo não é de ninguém, o solo é de Gaia. O solo não pertence a você, ao seu bairro, a sua cidade, ao seu país, a ninguém; o solo pertence à Gaia. Então, como que vocês arrogantemente nos questionam quando falamos que haverá igualdade? Que ninguém será dono de nada? Eu quero que vocês entendam, que vocês já não são donos de nada. Alguém quando deixa o corpo físico, leva consigo os papéis do local aonde comprou, para que numa próxima encarnação, volte com os mesmos papéis e faça a reivindicação daquele local? Não, isto não existe.


Então, eu lhes pergunto: O que são os seus bens materiais? O que são as suas posses? O que é a sua riqueza bancária? Eu respondo: Nada. Porque quando você sai do corpo físico, você não leva nada. Então, como que aquilo era seu? Se fosse seu, você levaria. E o que você leva? Você leva a sua vivência, leva as suas experiências, as suas lembranças, isso você leva. Estas coisas são suas, nada material. Então, por que vocês humanos brigam tanto por um pedaço de terra? Brigam tanto por um pedaço de terra, que tenha alguma riqueza, por quê? Vocês não são donos de nada e muito em breve, vocês entenderão isso profundamente; que vocês não serão mais donos de nada.


Muitos se revoltam quando falamos isso, acham injusto. E aí, eu lhes pergunto: É justo alguém ter milhares de quilômetros de terra desmatada, quando muitos passam fome por não ter aonde plantar nada, porque não têm um pedaço de terra para plantar. É justo? Aí vocês me responderão que sim, porque você comprou. Você comprou o quê? De quem? As terras não são suas, as terras são de Gaia. Aquele solo que você desmata, que você utiliza com os seus produtos químicos, não é seu é de Gaia. Você está usufruindo dele, você não tem posse de nada.


Então é preciso que vocês comecem a mudar este conceito de bens materiais. O supérfluo não existirá na Quinta Dimensão. Vocês viverão com aquilo que for estritamente necessário, para vocês viverem. Respeitando aquele que é o verdadeiro dono, que é o planeta, é Gaia. Gaia lhes dará o que comer, sim dará, porque ela é amorosa. Mas tudo com equilíbrio, sem destruir nada. Não é destruindo o solo de Gaia que vocês terão o que comer.


Então eu lhes digo e afirmo aqui: Comecem as suas visões a respeito de bens materiais. Não se pode comprar aquilo que não é seu. O solo não é de ninguém é do planeta. Gaia não lhes vendeu nada, Gaia não lhes deu nada, ela simplesmente permite que vocês morem sobre ela. Então vocês poderão morar, mas não haverá posse, ninguém será dono de nada. Todos trabalharão em prol do Todo, não em prol de si mesmo, de enriquecer. Ninguém irá enriquecer porque todos serão ricos. Não haverá pobres, não haverá miséria, não haverá fome. Então todos serão ricos, porque todos terão direito à tudo. Nem mais nem menos que o outro, todos terão direito à tudo.


Então não imaginem, que vocês verão mansões imensas e casas pequenas; isto não haverá. Haverá lugares para morar. Apenas isso. Onde não é de ninguém, é de quem precisar estar ali. Isto incomoda vocês? Isto faz vocês se revoltarem? Então comecem a pensar a respeito, comecem a mudar os seus conceitos. Não haverá posses, não haverá bens materiais. Tudo é de todos e todos terão direito. Agora, que fique muito claro o que eu já disse aqui um dia: Para chegar a viver neste Novo Mundo, é preciso que você respeite a sua caminhada, é preciso que você faça a sua parte. Não é simplesmente querer chegar à Quinta Dimensão. Querer todo mundo quer. Chegar…Aí tem um longo caminho.


Então apenas acreditem, que