Meditação do Amor Incondicional - Arcanjo Gabriel

Atualizado: 4 de jul.

Esta meditação de como objetivo ampliar o sentimento do Amor Incondicional dentro do coração de cada um de vocês. Eu sou o Arcanjo Gabriel. Sou o Arcanjo do equilíbrio, do amor, da paz, da ternura. Estou aqui para conduzi-los numa grande viagem no exercício do Amor Incondicional.

Antes de iniciar, respirem profundamente três vezes.

Visualizem no centro do seu peito, uma pequena bola de luz. Ela terá a cor que você quiser. Ela é bem pequenina. Ela ali contém todo o Amor Incondicional que hoje você já aplica no seu mundo. Então vamos iniciar a nossa caminhada.

Vocês estão numa estrada extremamente florida, com muitas árvores, muitos pássaros. Vocês ouvem o canto dos pássaros. Vocês caminham por essa estrada, muito limpa, sem pedras, sem obstáculos. Vocês andam ali extremamente felizes, extremamente revigorados. Absorvam aquele ar puro do local onde vocês estão andando.

De repente, você começa a notar que algumas flores estão murchas, outras estão caídas no chão. Aí você começa a ter dó daquela flor, porque ela morreu. Então modifique esse seu pensamento. Pense que ela chegou ao fim da jornada dela, e que ela agora voltará para a terra, para nutrir o planeta, para que novas flores floresçam. Continue a sua caminhada.

Mais a frente você vê alguns bichos mortos pelo caminho, e você percebe que aqueles bichos não caíram ali por morte natural. Aí você sente raiva daquele caçador que atirou naqueles animais. Imediatamente, mude a sua vibração e perceba que aquele homem, aquele ser que praticou este ato, ainda não está no caminho certo; ele tem dúvidas; ele ainda não foi tocado pelo amor aos animais. E você o perdoa, porque entende que na caminhada dele ele ainda está muito lá atrás; ele está muito longe dessa sua trilha. Ele está a milhares de quilômetros atrás do caminho que você está percorrendo. E você o perdoa, porque sabe que ele ainda tem uma longa estrada a percorrer, para aprender que aquilo que ele cometeu é errado. E aí sinta em seu coração que aquele animal está extremamente feliz, porque ele causou dor no seu coração, e pode ver a sua reação em perdoar aquele ser. Por outro lado, ele também se torna mais um, na cota, daquele que praticou este ato. E você continua sua caminhada.

A paisagem vai mudando. Já não tem mais tantas árvores. As flores estão meio murchas e você percebe que tem ação do homem à sua volta. Algumas árvores cortadas; não caíram naturalmente, e você também sente raiva daquele homem, daquele ser que cortou aquela árvore, porque mexeu no sono de Gaia. Aí você muda o seu pensamento e perdoa aquele homem; porque muitas vezes, ele foi ensinado que aquilo ali era o sustento de vida dele; que ele tinha que fazer aquilo para poder comer, para ganhar as suas necessidades. Não o julgue. É aquilo que ele conhece; é aquela profissão que ele escolheu; ele só sabe fazer aquilo. Então não o julgue. Perdoe-o. Perdoe-o por ele ainda não tenha descoberto o grande leque de opções que ele tem para ganhar a vida. E ele também está a milhares de quilômetros da sua caminhada, porque você já entende isso. E aí você olha para aquela árvore caída, e percebe que em sua casa você tem alguns móveis de madeira. Então como que você pode criticar aquele homem, se a grande maioria dos móveis da sua casa foram feitos daquele material? E você pede perdão àquele homem por ter julgado ele, por ter acusado ele. E você continua sua caminhada.

Agora a paisagem está totalmente diferente. Você já chega perto de uma pequena cidade. Uma cidade humilde, de casas paupérrimas, em que as pessoas ali demonstram passar muita necessidade. Você olha para aquelas pessoas e as julga. Por que não procuram uma vida melhor? Por que não procuram aprender uma profissão? Por que aceitam permanecer nesta pobreza? Por que aceitam pena é ser nesta pobreza? E você olha a volta e percebe que não há profissões para elas elas exercerem ali. Elas estão no meio do nada. Elas apenas tiram da terra o pouco que têm para comer. Não foi dado ao caminhar delas, a escolha para algo melhor. E você percebe que a julgou precipitadamente. E você pede perdão, por tê-la julgado, por tê-las criticado, por não fazerem algo melhor por suas vidas. Infelizmente, elas não conhecem algo melhor; elas só conhecem aquilo, porque foi até ali que a alma delas as trouxe. E você pede perdão, e entende que cada alma tem um caminho; que cada alma leva as lições que aquele ser tem que passar. E você não entende, porque é o caminhar dele, não o seu. E você continua a caminhada.

Aí você chega numa cidade um pouco maior. As pessoas apavoradas, andando para um lado, andando para o outro, sem se importarem com que está à frente. Não se olham nos olhos. Não têm piedade pelos outros. Você até vê pessoas maltratando outras pessoas. E você os julga. Você os critica. Você acha aquilo um absurdo, sem saber se no passado de sua alma você não cometeu a mesma coisa. Você não se lembra. Então você não pode afirmar. O que levou aquela pessoa a ser tão rude? O que levou aquela pessoa a ser tão má? E aí você também pode pensar: o que leva aquela outra pessoa a ser tão submissa, a ter tanto medo, a não se impor, a não brigar de volta, a não exercer o seu espaço? Você também a critica, exatamente por isso, por ela não fazer nada, se deixar submeter. E você critica à tudo e a todos à sua volta; porque ninguém olha para ninguém. Todos pensam no próprio umbigo. E você pode parar um pouco e pensar: será que algum dia no seu caminhar você também já não foi assim? Pare e pense. Esse é o momento de dar uma parada, e pensa,r se tudo isso que você está criticando nas pessoas, em algum momento da sua vida atual, você também já não praticou. Você não brigou nunca com ninguém e fez ele se sentir submisso? Será que não? Puxem por suas consciências. E aí você pede perdão à cada um daqueles que você pensou isso; a cada um. Não importa o que você pensou sobre eles. Você pede perdão, porque não é seu direito julgá-los; não é seu direito condená-los; não é seu direito tentar adivinhar o que está acontecendo ali, e simplesmente dar uma sentença. Você pede perdão à cada um deles.