Arcanjo Miguel - Os Sentimentos e Nossa Evolução

Atualizado: Jan 7

Queridos! EU SOU O ARCANJO MIGUEL!


Muito bem. Muitos estão bastante pensativos a respeito do que falei ontem. Meus irmãos, sempre tenho repetido isso aqui, mas vale a pena falar mais uma vez: o que está feito, está feito. Sentar num canto e ficar chorando, se arrependendo do que fez, não muda nada. Cada erro que vocês cometem fica no passado. Vocês hoje, podem já estar sofrendo as consequências ou não; mas podem também ter a consciência do que virá no futuro. Mas não adianta chorar; não adianta se condenar; não adianta se julgar; o que está feito está feito. Não tem como voltar no tempo e desfazer a ação ou situação.


Então qual é a solução? A solução é encarar de frente aquele erro, e incorporar aquilo como uma lição, e não repeti-lo. “É, mas tem muita coisa que a gente tem a consciência de que não teremos a chance de repetir de novo”. Você não sabe. Vocês não sabem. O Universo dá muitas voltas e quando a lição tem que ser apreendida, ela volta; da forma mais inesperada possível.


Então não pensem assim. ”Ah, isto nunca mais vai voltar. Então este problema eu não tenho que me preocupar”. Não, não. Encarem aquilo como um erro, percebam que erraram e declarem para vocês mesmos que não repetirão. Com certeza, a lição voltará; poderá ser de uma outra forma, mas ela voltará; para justamente testar essa sua decisão; esse seu comprometimento de não repetir o erro.


Então é isso meus irmãos que vocês têm que fazer. Chorar, espernear, não adianta de nada. Esta é uma das ações. A segunda, se for possível a correção do erro, nos dias atuais, corrija; pelo menos tente consertar alguma coisa do estrago que você fez; e isto também é importante pois demonstra uma vontade de mudar. Ficar se julgando, se condenando, e reclamando todo o tempo, não adianta de nada; não resolve o problema. O problema tem que ser resolvido com o compromisso de vocês de não repeti-lo, e quando a lição voltar, vocês realmente fazerem valer o seu comprometimento, e a tentativa de correção, se for possível. É isto que vocês têm que fazer.


Continuando o nosso assunto sobre Alma. Como vocês podem perceber, esta semana eu estou falando de vários assuntos; todos referentes ao caminhar da Alma. Muito bem. Então hoje nós vamos falar de um assunto um pouco diferente também. Nós vamos falar sobre sentimentos que foram desenvolvidos nas Almas. Tem um pouco a ver com criação dos filhos; tem um pouco a ver com suas próprias decisões. Vamos falar de sentimentos em geral. Então muito bem.


Vamos iniciar por crianças; por sentimentos que muitas vezes vocês não colocaram, mas que vêm em determinadas crianças. Muitas se colocam extremamente tristes, introvertidas, vivendo no seu próprio mundo; em que sua medicina classificou, rotulou, como Autismo. Eu já falei sobre isso aqui, mas é sempre bom repetir. Todas essas particularidades que estão sendo diagnosticadas nos últimos tempos, têm muito a ver com Almas que estão chegando aqui, de outros lugares, cuja descida das dimensões que elas vêm para a Terceira; não é uma coisa fácil. É uma coisa extremamente difícil e complicada, que somente uma Alma com muito amor no coração é capaz de fazer.


Então essas Almas vêm para cá, porque escutaram o chamado do Universo em ajudar os habitantes deste planeta, nesta Ascensão. São Almas que nos seus lugares de origem, eram muito desenvolvidas, muito poderosas e se colocaram à disposição de todo este processo para ajudar; para serem Pilares de Luz, no momento certo. Algumas são mais extrovertidas, então ao se acoplarem àquele corpo pequenino, são extremamente agitadas, que no caso vocês também acham que é uma doença; já outras preferem se interiorizar naquele mundo (que vocês não sabem o mundo que elas criam a sua volta). Dentro da mente dela elas criam aquele mundo que elas viviam.


Então elas se isolam do mundo de vocês, se tornam interiorizadas, com pouquíssima ou nenhuma comunicação; varia de caso para caso. Em alguns casos, elas recebem tanto amor, tanto carinho, que elas em alguns momentos começam a perceber que este mundo aqui, não é tão ruim imaginavam; que existe seres amorosos à sua volta que se preocupam com ela; que querem o bem dela e que a amam.


Então ela começa a se abrir um pouco; começa a se permitir viver neste mundo de Terceira e experimentar o que ele tem para lhe dar. Então em alguns casos, essas crianças conseguem ter um convívio um pouco mais sociável; dependerá muito do que estiver à sua volta; de como aquela família interpreta aquele seu jeito de ser.


Então meus irmãos, não, eu não estou dizendo aqui que vocês não devam tratar; que vocês não devam cuidar com medicamentos; mas posso dizer à vocês que tudo que acontece com aquele corpo, com aquela roupagem, é porque aquela Alma quer. Muitas vezes os medicamentos ajudam a liberar algumas coisas no corpo, porque é como eu já disse para vocês. tudo que a Alma sente, tudo que ela traz, ela pode jogar para o corpo físico. Então quando alguns medicamentos agem no corpo físico, bloqueiam algumas coisas que a Alma estava tentando fazer; e aí aparentemente a criança melhora, porque é como se a Alma deixasse de dominar aquele corpo. O corpo falasse mais alto.


Aí muitos podem perguntar: “Mas isto é ruim?”. Não, não é ruim, pois muitas vezes é desta forma que a Alma consegue ver que existe um mundo aqui fora; que existe uma alternativa do que ela ficar vivendo naquele mundo de fantasia apenas porque tem medo do que vai encontrar aqui. Então não, não é ruim. Mas vou dizer a vocês meus irmãos: tudo com equilíbrio. Retire o poder maligno desde medicamentos, como eu já ensinei.


Então em alguns casos vocês estão vendo melhoras em algumas crianças, com determinados medicamentos, exatamente por isso, porque tira um pouco da força daquela Alma em atuar naquele corpo. É como se estivesse bloqueando a Alma; que é a função dos medicamentos; bloquear vocês cada vez mais para que vocês não tenham acesso a sua Alma, ao conhecimento da sua Alma.


Só que neste caso, ele acaba sendo benéfico, porque ao bloquear um pouco da Alma, um novo mundo se abre. Aí é o contrário. Mas como sempre digo aqui, cada caso é um caso. Não é por isso que todos vocês agora vão entupir suas crianças de medicamentos; não é isso que eu estou falando. Eu estou dizendo que em alguns casos muito sérios, os medicamentos ajudam, mas não em todos. Não é por isso que vocês vão dopar as suas crianças para que elas deixem de ser interiorizadas. Não é isso. A receita é muito amor, muita atenção. É mostrar que o mundo aqui não é tão feio quanto elas pensam; porque elas vendem um mundo lindo, um mundo perfeito, e aí chega aqui o que elas veem?


Então procurem mostrar a elas, o mundo de vocês, mas pelo lado positivo. É claro que elas verão uma outra coisa negativa, pois elas estarão aqui, vivendo no meio, sendo socializadas, experimentando toda sorte de sentimentos que elas nem se lembravam mais que tinham; mas compete à vocês, com o amor, de cuidadores, mostrar para ela que isso faz parte do crescimento; e que ela continua sendo amada a despeito disso tudo. Esse é um ponto.


Outro ponto, como eu já falei também, são as crianças extremamente agitadas que ao contrário, é a Alma que fica se remexendo dentro daquele corpo miúdo; ela quer se expandir, ela quer ser do tamanho que ela é; não daquele tamanho pequenino, e aí há uma explosão de energia. E aí vocês entopem as crianças de medicamento para que elas fiquem calminhas. O que fazer? Brincadeiras; deixe-as brincar; ponha-as para correr o tempo todo na natureza; elas têm que ser cansadas, mas não na frente de uma televisão ou jogando. Isto não está eliminando aquela energia, muito pelo contrário, está só acumulando.


Levem-as à praia. Muitos banhos de mar. O mar equilibra a energia, porque troca com a criança; é um excelente calmante; cachoeira, da mesma forma; tudo que vier da natureza. Rios, são extremamente benéficos, porque equilibram essa energia; esse excesso de energia, porque vem de Gaia; e Gaia atua no equilíbrio daquela criança, tirando aquela, aquele excesso de energia que está ali; fora que é extremamente prazeroso para a criança. A criança adora água. De onde ela veio? Ela veio de um ambiente aquoso. Hoje ela se esqueceu de como é respirar na água, mas durante muito tempo ela respirou na água. Então ela adora esse ambiente. Crianças são fascinadas por água; muitos adultos também, mantêm esse hábito até o fim das vidas. O que é excelente.


Então, é desta forma meus irmãos. Arrumem tempo para levar suas crianças para a natureza. Trabalhem menos, vivam mais. Eu entendo, que vocês precisam trabalhar para sobreviver. Sim, mas pensem: a vida é única; seus filhos vão crescer e o que você aproveitou com eles? Quais foram os momentos em que você pai, você mãe, ou você que cuida, teve para essa criança? Quais foram os ensinamentos que você passou para ela? Quantos momentos ela vai se lembrar que teve com você? Do jeito que vocês estão levando, um dia alguém vai perguntar: “Como foi sua infância com seu pai e sua mãe?”. Ela vai ficar pensando…”É eu não tinha momento com eles porque eles estavam sempre trabalhando ou ocupados”. É isso que ela vai responder.


E isto com certeza não será bom para ela, porque terá sempre aquele amiguinho que vai dizer assim: “Ah, meu pai jogou bola comigo; minha mãe jogou bola comigo; meu pai foi comigo para praia; minha mãe foi comigo a piscina”. Terá sempre uma cena para contar, e o seu filho ali pensando, quando foi que ele teve um dos pais, ou os dois, brincando efetivamente com ele. Porque muitos de vocês acham que encher a criança de brinquedos, encher a criança de jogos, para que ela fique quietinha, para que vocês possam trabalhar, trabalhar e trabalhar. “Ah, mas eu tenho que dar uma boa vida para o meu filho”. Isso é vida?”. Se pergunte, se isso é vida? Ou se ele preferia ser um pouquinho mais pobre e correr na rua de pé descalço; correr na chuva quando a chuva cair. Pergunte à ele, o que ele preferiria? Brincar com os amigos na rua, fazendo bastante bagunça, ou estar dentro de casa, sentado, jogando, na frente de uma televisão; porque é isso que vocês estão fazendo com suas crianças.


Até bebês já têm aparelhos para brincar. Que grande companhia; que grande companhia. Fora toda a radiação de energia que essas crianças já estão recebendo desde pequenas, porque tudo que é eletrônico emana energia, e posso garantir para vocês que não é uma energia boa; são energias extremamente maléficas; não são energias saudáveis. E vocês estão pondo nas mãos dos seus bebês. Parabéns. Vocês realmente estão cada vez mais criativos.


Aí, vocês perguntam? Aonde foi parar o conceito de família? É, agora eu também vou fazer essa pergunta: aonde foi parar o conceito de família? Em que os pais paravam para brincar com seus filhos, e era prioridade deles brincar com os filhos. Não, hoje os pais, a prioridade é saber como estão a roda de amigos; o que aquele amigo falou de você; como está a vida daquele amigo; e o tempo todo pendurado nos aparelhos.


É, eu sinto que vocês terão muito que aprender até chegar a Quinta Dimensão. Realmente esta dependência que foi criada, desses pequeninos aparelhos que vocês carregam, foi uma grande jogada; foi uma Jogada de Mestre; por que olha o que aconteceu? Olha o que aconteceu com suas crianças? Elas estão cada vez mais isoladas, cada vez mais abandonadas, por causa desses aparelhos, e com esses aparelhos.


Então quais os sentimentos que essas crianças estão desenvolvendo? O sentimento da solidão; o sentimento de que eu não preciso de ninguém, porque eu não tenho ninguém nunca do meu lado; eu não preciso de ninguém. Como eu disse ontem, serão crianças que não viveram nada; que não viveram situações de risco; que não viverão situações de sentimentos; e que adultos elas se tornarão? O que elas viveram? Aí quando vão para escola são extremamente briguentas; extremamente não sociáveis; porque não sabem como se socializar; não sabem o que é ter alguém ao lado, muitas vezes dizendo não. Porque como elas estão sozinhas no mundinho delas, elas podem tudo. Não existe o não.


Então que sentimentos essas crianças estão desenvolvendo? Chegam na escola e não respeitam ninguém; não respeitam o colega; não respeitam o professor; porque não veem nele a figura do responsável, uma figura que possa realmente lhe dar ordens. “Não, aquela ali é uma figura inimiga, que não vai me deixar fazer o que eu quero; e como eu faço o que eu quero o dia inteiro, eu não gosto dela; ela é minha inimiga”. É deste jeito que as crianças veem.


Então vamos pensar em sentimentos meus irmãos. O que está acontecendo com os seus pequenos hoje? Quais os sentimentos eles estão experimentando para prepará-los para a vida adulta? Frustração, é um sentimento muito importante da criança sentir. Querer e não ter. Vai chorar, vai espernear e vai ver que não vai ter. Então aí ela aprende que nem tudo que ela quer ela tem. Não, mas vocês, a criança esperneia e chora, vocês vão, e dão. “Opa! Então aprendi. É só eu espernear e chorar que eles me dão”. Perfeito. E assim ela vai se tornar um adulto; e que não vai respeitar quando alguém lhe disser: “Não, você não vai ter”. Ela vai querer; e ela vai arrumar um jeito de ter; não importa se aquele jeito é até, ilícito; ela vai querer ter, e irá ter. Ponto final.


Então, como eu tenho dito desde o começo dessa série sobre a Alma; a evolução de uma Alma tem duas vertentes: o caminho profissional, que é aquele que faz a Alma evoluir, enquanto inteligência; é aquele caminho em que a Alma toma com muito prazer, com muito gosto, estuda a respeito, se forma e trabalha naquilo com muito amor. Muitas vezes a vida inteira. Aquilo lhe fez bem; aquilo ele fez uma Alma responsável, trabalhadora, honesta. Muito bem.


Agora tem o outro lado: que é o lado dos sentimentos. E é este lado que justamente é o mais complicado para cada Alma; é este lado que demonstra a evolução da Alma; não o trabalho. O trabalho demonstra a evolução intelectual; que foi o que eu disse para vocês em toda essa história que eu já contei. Vocês evoluíram intelectualmente, porque nós fizemos com que isso acontecesse. Houve uma evolução intelectual. Sim, vocês evoluíram. As profissões hoje são totalmente diferentes; totalmente mecanizadas por muita coisa que vocês aprenderam. Então intelectualmente vocês evoluíram. Palmas para vocês.


Nós também conseguimos o nosso intuito, porque vocês conseguiram evoluir. Agora em relação a sentimentos, vocês continuam ressoando os piores sentimentos na Terceira Dimensão. Muitas vezes, vocês… “Ah, eu sou uma pessoa do bem!”. Correto, você não matou ninguém, você não faz mal à ninguém, você não prejudica ninguém. Muito bem. Você é uma pessoa do bem. Ótimo. Mas você não se ama; você não ama os que estão a volta; ou você não ama os seus filhos; ou você não dá atenção a seus filhos; ou você não dá atenção a quem está à sua volta; mas você é uma pessoa do bem. Sim, você é uma pessoa do bem.


Concordo. E os sentimentos que você está deixando de produzir ou está deixando de viver? O que está acontecendo com a sua Alma? Não, eu não estou dizendo que ela irá se tornar uma Alma do mal; não, não, não é isso; mas não é porque você tem aquele sentimentos positivos, que você pode bradar aos quatro ventos, que você é uma Alma perfeita. Não você não é. Você só não faz o mal; você só não emana sentimentos ruins, em relação a maldade, como se diz. Agora em relação ao resto, você está toda errada.


Eu gostaria que muitos de vocês... eu já tenho dito isso aqui várias vezes, e cada vez que vocês ouvem vocês tomam um tranco; porque vocês acham esquisito isso. Mas eu vou fazer a pergunta de novo. Quantos de vocês responderiam para mim agora: quem vocês amam em primeiro lugar? Quem responderia para mim, eu? Como eu imaginava; muito poucos. Muito poucos, responderiam: eu. Aí a grande maioria está balançando a cabeça negativamente. “Não, eu amo em primeiro lugar os meus filhos”. Hum! Interessante, a sua forma de pensar. Interessante.


Eu volto a repetir para vocês: a pessoa mais importante, na vida de cada um de vocês, são vocês mesmos. Porque cada Alma veio aqui para evoluir a si própria, em primeiro lugar. Depois, colaborar na evolução do outro; no caso, os filhos. Você veio para colaborar com a evolução deles. Você não veio; você não teve filhos para se anular, e viver a vida deles. Isto não é ser mãe; isto não é ser pai; isto não é ser um cuidador. Isto é se anular. E isso está errado, porque quando vocês não se amam, em primeiro lugar, vocês mendigam o amor do outro; vocês cobram o amor do outro; porque vocês estão se doando totalmente. Aí quando o outro faz alguma coisa…”Poxa, você não me ama”. Você está sempre mendigando aquele amor.


Agora quando você se ama, em primeiro lugar, se o outro lhe dá amor de volta ou não; para você está tudo certo; porque você tem a consciência que doou o seu amor. Se ele não está lhe doando de volta, não é problema seu, é problema dele. O problema agora está com ele, porque ele não está sendo suficientemente grato, de lhe doar o amor de volta. Então o problema não é mais seu; o problema é dele; e você está tranquila com você mesma, porque você sabe o que você doou; você sabe que amou, como tinha que ser amado.


Este é o correto. Não é se anular; se doar totalmente, e depois ficar mendigando, reclamando, que não tem o amor de volta. Da mesma forma, muitos de vocês fazem isso com os seus companheiros ou companheiras. Se anulam por um amor ao companheiro ou um amor a companheira. Aí depois não dá certo, joga tudo aquela carga de raiva em cima, “Porque você não deixou eu viver!”. Opa! Opa! Quem que decidiu celular para seguir o outro? A decisão foi sua; de se anular. Então não cobre isso de ninguém. Quando vocês se anulam, quando vocês não se amam em primeiro lugar, não cobrem isso de ninguém. Isto foi uma decisão de vocês. Vocês decidiram se anular.


O outro aceita; “Tudo bem, você decidiu assim; problema seu!”. Ótimo. E você, o bobão ou a bobona, se anula em função do outro; e vai sempre achar que o outro nunca foi suficientemente grato aquela sua anulação. Claro! Você tem que cobrar alguém por uma bobagem que você fez; que é se anular. Etão eu vou continuar sempre fazendo esta npergunta: quem vocês têm que amar em primeiro lugar? E espero que um dia, não muito longe, eu ouça muita gente falando: eu; porque aí sim, aí eu vou estar extremamente feliz sabendo que tudo que eu ensinei vocês absorveram; porque vocês ainda não absorveram.


E isso vocês continuam achando que eu estou errado; que não é assim - que filhos em primeiro lugar. Meus irmãos, vocês têm que parar de achar que filhos é produto de vocês. Filho não é produto de ninguém. Filho é uma Alma que veio para aprender lições e ensinar lições à vocês e com vocês; pais. Apenas isso. Existe um vínculo de genético de roupagem? Sim, existe. Existe o amor de mãe? Sim, existe. Existe o Amor de Pai? Sim, existe. Existe o amor daquele que cuida? Sim, existe; mas são Almas independentes.


Aquela Alma não foi criada de você, ela veio de qualquer lugar; ela não tem provavelmente na maioria dos casos, nenhum vínculo com você. Ela veio porque quis vir nessa família; e aí criou um vínculo, mas não tinha vínculo nenhum. E aí você se anula por essa Alma? Você não tem que se anular nem por essa, nem por nenhuma. É o que eu disse, aqui outro dia, ninguém tem obrigação com ninguém. Ninguém. Nem filhos com pais, nem pais com filhos. Os pais têm obrigações enquanto o filho não anda sozinho; enquanto ele ainda não tem condições de se manter no mundo. Concordo. Aí sim, está o papel dos cuidadores daquela Alma. Agora depois que ele já é adulto, acabou.


Vocês podem amar, vocês podem cuidar, vocês podem ter atenção, vocês podem orientar, vocês podem dar bons conselhos, mas o caminho é dele, é dela. Acabou. O que vocês tinham que fazer por aquela Alma, prepará-la para o mundo, vocês fizeram. Então não se culpem por nada; porque ela tem um caminho. Da mesma forma, em relação aos seus pais. Os filhos não têm obrigação de nada. Isso foram conceitos que foram passados, para manter esse sentimento mesquinho; porque quando vocês falam: “Ah, tem obrigação de cuidar”. O que é isto? É uma escravização; isso é uma imposição. Ninguém tem obrigação de nada. Vocês são Almas livres. Vocês têm responsabilidades; não obrigação.


Concordo em dizer que os filhos têm responsabilidade e amor, com seus pais. Aí é diferente. Os filhos podem dar muito amor; podem dar condições financeiras daqueles pais terem uma vida confortável. Perfeito. Mas não obrigação. Eles têm que fazer isso de coração, porque eles amam aqueles pais, e querem vê-los bem; mas não que eles sejam obrigados a isso.


É onde muitos de vocês se enganam com isso. Muitas vezes os pais se escoram nos filhos. “Ah, meu filho agora tá trabalhando; está bem, então a gente pode se encostar nele”. E se encostam, literalmente; e aquele filho tem que carregar aquela dupla por um bom tempo de vida; sem poder viver a própria vida, porque tem que carregar financeiramente aqueles dois, que simplesmente, se acoplaram nele. E isto também acontece.


Então meus irmãos, quem tem obrigação com quem? Ninguém tem obrigação com ninguém. Eu sempre vou voltar a esse assunto, porque eu sei que esse assunto mexe com a cabeça de muitos de vocês. Porque são conceitos muito enraizados na mente de muitos de vocês. Em que acham que vão envelhecer: “Ah, meu filho vai tomar conta de mim”. Por quê? Por que você vai deixar esta carga com ele? Claro, muitas vezes vocês não escolhem; acontecem determinadas situações em que vocês passam a depender dos filhos. Mas aí vamos falar de lições; aí vamos falar de outras coisas que podem acontecer, que são lições que têm que ser aprendidas. Mas não de caso pensado.


É aquilo. Vocês, enquanto pais, têm uma vida financeira estável, mas não se preocupam com a velhice. Gastam tudo que têm. “Ah, não, não vou me preocupar, porque quando eu ficar velho meu filho cuida de mim”; e tinham condições de se manter. Só que resolveu gastar tudo e jogar nas costas do filho depois a sua manutenção. Porque você simplesmente viveu a vida. Você gastou tudo. Que lindo! Coitado dos filhos, não?


Aí, muitos devem tá respondendo assim: “Ah, mas eu passei uma vida inteira gastando com ele”. Opa! Opa! Para que que você foi pai? Para que que você foi mãe? Então não tivesse sido. Você quando resolveu ter um filho, você sabia que ia ter despesa; você sabia que ia ter que sustentá-lo por um bom tempo. Seria um investimento. Não jogue isso na cara dele. Você fez porque você quis.


E como estamos aqui estamos aqui falando de sentimentos, eu vou aproveitar e vou pegar esse gancho e falar dos animais. É exatamente isso que acontece. Vocês olham um animal: “Ah, que bonitinho!”. Levam para casa. Aí quando começam a ter as despesas; “Ah não, não quero mais não”. Joga no meio da rua. Para que pegou? Achou o quê? Que ele era só sorrisos, e que você não ia ter despesa nenhuma com ele? Meus irmãos, isso se chama responsabilidade; isso se chama amor.


Se vocês querem ter um filho, tenham porque querem dar amor àquele filho. Não joguem na cara depois, tudo o que vocês fizeram por ele. Vocês fizeram porque vocês quiseram. Está feito. Acabou; faz parte da educação; faz parte do crescimento daquela Alma. Então não fique depois jogando na cara: “Ah, porque eu gastei com você a vida inteira. Agora você tem que gastar comigo”. Não, não, não, isso foi uma atribuição sua. Você quis ser pai. Então assuma o que você decidiu. Você criou. Ótimo. Acabou. Ele não tem obrigação nenhuma com você.


E nem você tem obrigação com ele. Como muitos pais ficam sustentando os filhos, adultos, porque ficam com peninha porque ele não sabe se virar sozinho. Ora, meus irmãos, pensem o seguinte: e se amanhã vocês morrerem, o que vai acontecer com ele? Vou deixar no ar a pergunta. Vocês estão fazendo bem ou estão fazendo mal à ele? Vocês não sabem o dia que vocês vão desaparecer desta roupa; pode ser até no dia seguinte. E o que será dele? Aquele adulto, molengão, que não sabe fazer nada, porque vocês nunca impuseram uma situação à ele.


Então meus irmãos, isso tudo que eu estou falando é relacionado com sentimentos, posturas. Amor em excesso, não educa; amor em excesso, faz mal. Tudo em desequilíbrio é ruim; amor em falta, faz mal; amor em falta, não educa; amor em falta, faz sofrer; amor em excesso, faz sofrer; então, é aquela palavra que eu sempre digo: equilíbrio. Tudo que tem equilíbrio, é perfeito. É perfeito.


Então meus irmãos, analisem os sentimentos que estão à sua volta. São os sentimentos que fazem vocês evoluírem. Não pensem que a evolução é só ser bonzinho; é ser solidário; é cuidar do planeta; é não gastar água; não jogar lixo da rua. “Ah, eu fazendo isso, eu já estou pronto para ir para a Quinta”. Não, não, você não está nem perto de ir para a Quinta. Porque o que vai realmente definir, o que vai levar você para a Quinta, é o que você está emanando aí dentro do seu coração.


É aquele sentimento, primeiro por você mesmo. Você se ama? É a primeira pergunta que vocês têm que se fazer, porque quem não se amar, já saiu da fila. “Ah, mas eu sou uma pessoa boa!”. Não importa. Você não se ama. Então já saiu da fila. Comecem a pensar por aí meus irmãos. Emanar sentimentos bons é no todo; não apenas em ações. O que vale são os sentimentos. Aquilo que está saindo daí de dentro do seu coração. Não as suas ações. Tudo é um conjunto. E se o conjunto não estiver perfeito, nada de Quinta Dimensão. Então comecem a pensar; comecem a analisar o que vocês realmente estão emanando.


EU SOU O ARCANJO MIGUEL! E sei que muitas vezes não agrado a todos com aquilo que digo; mas se pelo menos eu fiz vocês pensarem, com certeza, eu já estou bem satisfeito.


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